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Nova Iorque: a magia da cidade que nunca dorme

Nova Iorque: a magia da cidade que nunca dorme

 

Desde que foi avistada pela primeira vez, por Giovani da Verrazano, há quase 500 anos, a baía de Nova Iorque tornou-se uma presa que toda a Europa queria capturar. Os holandeses mandaram comerciantes de peles para a área em 1621, mas perderam a colónia, a que deram  o nome de Nova Amesterdão, para os ingleses em 1664. A colónia foi rebaptizada de Nova Iorque e o nome permaneceu mesmo depois de terem deixado a colónia, em 1783, no fim da Guerra da Independência.

No século XIX, Nova Iorque cresceu e não tardou a tornar-se um porto importante. As facilidades portuárias estimularam a indústria, o comércio imperava e fizeram-se grandes fortunas. Em 1898, Manhattan uniu-se a outros boroughs (bairros) para formar a segunda maior cidade do mundo. De 1800 a 1900, a população cresceu de 79.216 mil pessoas para 3 milhões de pessoas. Além de centro dos negócios, a cidade torna-se por esta altura uma espécie de meca da cultura e entretenimento dos Estados Unidos.

Enquanto Nova Iorque florescia, milhares de imigrantes mudaram-se para lá em busca de uma vida melhor e os bairros de lata começaram a proliferar. A mistura de culturas tornou-se uma característica da cidade ao ponto de, hoje em dia, a população de mais de 9 milhões que lá se encontra falar cerca de 80 línguas diferentes.

A paisagem de Manhatan formou-se à medida que a cidade crescia para cima, de forma a alojar a população cada vez maior. Nova Iorque passou por altos e baixos, mas tanto nos bons quanto nos maus momentos permaneceu uma das cidades mais vitais do mundo.

Em baixo, pode ver um vídeo que fiz quando estive em Nova Iorque, em 2001, apenas algumas semanas antes do fatídico dia em que as Torres Gémeas caíram.

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Hoje, quem passa por Nova Iorque é completamente engolido por esta cidade que nunca dorme e onde os edifícios parecem tocar o céu. Onde quer que vá, mesmo nos cantos mais escondidos, é evidente a mistura étnica local. Em minutos, num simples passeio de autocarro, vai de Madras a Moscovo, de Hong Kong ao Haiti. Já imaginou o que é visitar, ou até mesmo viver, numa cidade tão rica e diversa?

Se vai passar em breve por Nova Iorque, não pode deixar de visitar certos monumentos característicos da cidade. A praça de Times Square é uma das atrações mais procuradas pelos turistas, pela beleza moderna alcançada com os ecrãs publicitários que encontramos nesta praça. Se por aqui passar, tente fazer uma visita de noite ou ao fim da tarde.

 

Não se esqueça de ver a Estátua da Liberdade, um símbolo que representa os EUA em todo o mundo e que foi oferecida por França na celebração do centenário da Declaração da Independência dos Estados Unidos. Esta estátua, com uma altura total de 92,9 metros, é um verdadeiro colosso. Se não tiver medo de alturas, experimente subir ao interior e ver a excelente paisagem panorâmica a partir da coroa da estátua.

O Empire State Building, o famoso arranha-céus que domina a paisagem nova-iorquina, merece também uma visita, ainda que não totalmente obrigatória. Em qualquer ponto de Manhattan consegue ver esta torre à distância. Aproveite ainda para passar pelo Central Park e fazer um piquenique ou andar de bicicleta e dedique algumas horas ao Metropolitan Museum of Art, onde encontrará, entre muitas outras obras, algumas das peças mais célebres de Van Gogh.

Se ainda restar tempo, visite o One World Trade Center – a nova torre erguida nos escombros das Torres Gémeas que caíram durante o atentado de 11 de setembro de 2001 – e dê um salto até ao memorial que aí se encontra em memória de todas as vítimas que pereceram nesse dia. À noite, se estiver com disposição para entretenimento, aventure-se a ir até Broadway para assistir a uma das muitas e emblemáticas peças de teatro ou musicais que aí se encontram em atuação.

Eis uma galeria com algumas das fotografias que incorporam a essência da cidade de Nova Iorque.


 

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