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África / 26 posts encontrados

Reveja o olhar acutilante de Paul Bowles sobre Tânger e Marrocos

Nelson Dyar, um jovem americano, chega à Zona Internacional de Tânger, depois da Segunda Guerra Mundial, para começar uma nova vida. Transposto para um meio totalmente estranho, vagueia entre as duas culturas – a árabe e a ocidental –, sem compreender nenhuma delas. Releia a obra de Paul Bowles que homenageia Tânger e Marrocos.
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Maputo: um destino que se torna cada vez mais atraente

Localizada na margem ocidental da Baía de Maputo, situada no extremo sul de Moçambique, a cidade de Maputo é atualmente o centro corporativo e financeiro do país. A sua população encontra-se estimada em 1 milhão de pessoas, um número que parece representar bem a diversidade da população moçambicana.

Maxixe: o centro económico de Inhambane em Moçambique

Ainda que considerada pequena, Maxixe é a segunda maior província da região de Inhambane, em Moçambique. Neste post, conto-lhe como é Maxixe nos dias de hoje e mostro ainda como foi passar por esta cidade em 2002, altura em que fiz uma viagem a Moçambique.
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Praia do Morrungulo: um pequeno paraíso com uma excelente padaria a caminho

Quem chega à Praia de Morrungulo confronta-se com um cenário verdadeiramente paradisíaco. As águas claras, tão típicas de Moçambique, e a vegetação envolvente, da qual fazem parte coqueiros verdes, pintam um excelente cenário quando ao retrato se soma o areal areia branco e o ceú azul. Um paraíso!
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Núbia: uma jóia nas mãos do Egito e do Sudão

A região da Núbia, situada junto ao Rio Nilo, é hoje em dia partilhada por dois países: o Egito e o Sudão. Porém, este lugar fértil e de uma beleza extrema, foi em tempos uma importante nação. Neste post é à Núbia que viajamos, recordando esta região e a sua importância histórica.
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Marrocos: uma viagem ao deserto e ao mundo de sabores exóticos

Neste post decidimos que estava na altura de fazer uma viagem menos convencional e é até Marrocos que viajamos. Ao longo deste artigo apresentamos alguns dos locais de visita obrigatória em Marrocos e sublinhamos ainda aquilo que poderá encontrar na cozinha típica. Deixe-se absorver por um mundo totalmente diferente.

Kanimambo Gaia: o fim de uma viagem a Moçambique

Na hora da despedida de Agostinho Faquir e de Manhiça, que correspondeu aos momentos em que a sombra provocada pelo Sol equivale ao dobro do tamanho dos nossos corpos, recordei-me das pegadas dos nossos antepassados, os dele e os meus, do sangue derramado naquela terra, do comandante Sepúlveda, das armadilhas dos rios e dos mares, das provas de amizade que motivaram a minha visita a Manhiça, além das milhares de pessoas, negras e brancas, que consideravam Moçambique a sua pátria.

Como Gaia levou ventos de esperança a Moçambique

Manhiça foi uma das localidades mais afectadas de Moçambique pelas cheias de 2000. Na sequência desta calamidade, a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia iniciou, em Setembro desse mesmo ano, um processo de geminação com a cidade, desenvolvendo vários projectos e visitas à cidade moçambicana, tendo em vista a criação de melhores condições de vida para a sua população.

Momentos de uma viagem ao longo do Rio Nilo no Egipto

Quando viajei pelo Egipto em Maio de 2010 tive a oportunidade de passar 1 semana a navegar no Rio Nilo, o mais extenso do Mundo. Partimos de Luxor e uns dias depois estávamos em Assuão. Foi inegavelmente uma das melhores viagens da minha vida e por isso mesmo senti que mais do que uma vontade era minha obrigação partilhar em vídeo e fotos alguns desses momentos.

O dedo do Homem nas cheias de 2000 em Moçambique

Na ressaca dos acontecimentos catastróficos das cheias de 2000 em Moçambique, os cientistas e estudiosos apontaram como principal razão da calamidade o facto dos ciclones responsáveis pela desgraça, como acontece em tudo na Natureza, estarem fora do seu círculo normal por causa da intervenção contínua do Homem. Saiba porquê neste artigo.
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Cheias de 2000 em Moçambique: a tempestade das tormentas

Os ciclones na região de Moçambique formam-se no Oceano Índico e rumam para sudoeste. A maior parte das vezes dissipam-se no Canal de Moçambique, antes de atingirem a costa do continente africano, ou quando chegam à ilha de Madagáscar. Em 2000, as cheias foram provocadas directamente por imensa chuva e ventos com mais de 100km/h. No total, estima-se que, além de 700 mortos, esta catástrofe tenha provocado 300 mil refugiados e um milhão de desalojados numa área maior do que o País de Gales.
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Moçambique: um dos países mais pobres do Mundo

O desenvolvimento de Moçambique foi, e continua a ser, condicionado pelo forte crescimento da população. A enorme percentagem de população com menos de 15 anos condiciona a diminuição da taxa de mortalidade, especialmente a mortalidade infantil, e a escassa alfabetização da população. Quando visitei o país em 2002, toda a economia moçambicana se encontrava num estado de profundo subdesenvolvimento, com 43 por cento da população a subsistir na pobreza absoluta.
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Os anos da guerra civil de Moçambique

Pouco tempo depois da independência, Moçambique mergulhou numa guerra civil que opunha o partido do Governo à Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), um movimento apoiado pela África do Sul e pela Rodésia, para além de contar com a ajuda de antigos colonos portugueses e de algumas camadas da população moçambicana.