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Núbia: uma jóia nas mãos do Egito e do Sudão

A região da Núbia, situada junto ao Rio Nilo, é hoje em dia partilhada por dois países: o Egito e o Sudão. Porém, este lugar fértil e de uma beleza extrema, foi em tempos uma importante nação. Neste post é à Núbia que viajamos, recordando esta região e a sua importância histórica.

Venha viver as loucuras e exageros da Strip de Las Vegas

Todos sabem que o que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas… e pode ter a certeza que muito do que acontece na cidade tem na verdade lugar na famosa Strip de Las Vegas. Para quem não conhece, trata-se de uma longa secção, que se prolonga por 6,7 quilómetros, e onde podemos encontrar a maioria dos hotéis e casinos da cidade.

Havana: a capital cubana repleta de cor e história

Havana é uma capital alegre e colorida, cheia de azáfama e diversões, com algumas jóias arquitetónicas esplêndidas (do período colonial ou posteriores) e muitas outras atracções. Só a cidade já justifica a viagem a Cuba e neste post explicamos-lhe porquê, destacando aqueles que acreditamos serem os pontos de passagem obrigatória para qualquer turista.

Nova Iorque: a magia da cidade que nunca dorme

Desde que foi avistada pela primeira vez, por Giovani da Verrazano, há quase 500 anos, a baía de Nova Iorque tornou-se uma presa que toda a Europa queria capturar. E não é de admirar porquê. Hoje, esta cidade norte-americana é uma verdadeira capital de cultura e diversidade étnica.

Kanimambo Gaia: o fim de uma viagem a Moçambique

Na hora da despedida de Agostinho Faquir e de Manhiça, que correspondeu aos momentos em que a sombra provocada pelo Sol equivale ao dobro do tamanho dos nossos corpos, recordei-me das pegadas dos nossos antepassados, os dele e os meus, do sangue derramado naquela terra, do comandante Sepúlveda, das armadilhas dos rios e dos mares, das provas de amizade que motivaram a minha visita a Manhiça, além das milhares de pessoas, negras e brancas, que consideravam Moçambique a sua pátria.

Como Gaia levou ventos de esperança a Moçambique

Manhiça foi uma das localidades mais afectadas de Moçambique pelas cheias de 2000. Na sequência desta calamidade, a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia iniciou, em Setembro desse mesmo ano, um processo de geminação com a cidade, desenvolvendo vários projectos e visitas à cidade moçambicana, tendo em vista a criação de melhores condições de vida para a sua população.

Momentos de uma viagem ao longo do Rio Nilo no Egipto

Quando viajei pelo Egipto em Maio de 2010 tive a oportunidade de passar 1 semana a navegar no Rio Nilo, o mais extenso do Mundo. Partimos de Luxor e uns dias depois estávamos em Assuão. Foi inegavelmente uma das melhores viagens da minha vida e por isso mesmo senti que mais do que uma vontade era minha obrigação partilhar em vídeo e fotos alguns desses momentos.

O dedo do Homem nas cheias de 2000 em Moçambique

Na ressaca dos acontecimentos catastróficos das cheias de 2000 em Moçambique, os cientistas e estudiosos apontaram como principal razão da calamidade o facto dos ciclones responsáveis pela desgraça, como acontece em tudo na Natureza, estarem fora do seu círculo normal por causa da intervenção contínua do Homem. Saiba porquê neste artigo.

Cheias de 2000 em Moçambique: a tempestade das tormentas

Os ciclones na região de Moçambique formam-se no Oceano Índico e rumam para sudoeste. A maior parte das vezes dissipam-se no Canal de Moçambique, antes de atingirem a costa do continente africano, ou quando chegam à ilha de Madagáscar. Em 2000, as cheias foram provocadas directamente por imensa chuva e ventos com mais de 100km/h. No total, estima-se que, além de 700 mortos, esta catástrofe tenha provocado 300 mil refugiados e um milhão de desalojados numa área maior do que o País de Gales.

Moçambique: um dos países mais pobres do Mundo

O desenvolvimento de Moçambique foi, e continua a ser, condicionado pelo forte crescimento da população. A enorme percentagem de população com menos de 15 anos condiciona a diminuição da taxa de mortalidade, especialmente a mortalidade infantil, e a escassa alfabetização da população. Quando visitei o país em 2002, toda a economia moçambicana se encontrava num estado de profundo subdesenvolvimento, com 43 por cento da população a subsistir na pobreza absoluta.

Os anos da guerra civil de Moçambique

Pouco tempo depois da independência, Moçambique mergulhou numa guerra civil que opunha o partido do Governo à Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), um movimento apoiado pela África do Sul e pela Rodésia, para além de contar com a ajuda de antigos colonos portugueses e de algumas camadas da população moçambicana.

O fatídico 7 de Setembro de 1974 em Moçambique

Após o 25 de Abril de 1974, a actividade diplomática dos novos líderes lusitanos lidou apenas com os representantes da FRELIMO, o que provocou violentas manifestações de hostilidade dos colonos que se sentiam parte do povo moçambicano e desencantados com a opção dos compatriotas, além de frequentes abusos e ameaças das tropas moçambicanas.

Moçambique: a formação de uma Nação Africana

Com as fronteiras definidas através de acordos diplomáticos com a Inglaterra, em que Portugal foi obrigado a ceder aos interesses ingleses devido às elevadas dívidas que tinha para com os britânicos, Moçambique desenvolveu-se através da implantação de grandes companhias privadas que se dedicavam à agricultura, à exploração mineira ou mesmo à construção de vias rodoviárias e ferroviárias.